Como se sente hoje?
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Menos sacolas plásticas
Categorias: Identidade Digital
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Se você é do tipo que tem ecobag, aqui vai uma notícia ótima. A indústria vai gastar cerca de R$7 milhões em uma campanha publicitária para promover o uso adequado das famigeradas bolsas plásticas. As entidades envolvidas no projeto, lideradas pela Plastivida (http://www.plastivida.org.br/2009/Default.aspx) , defendem a norma que determina padrões mínimos de qualidade às sacolas, evitando assim, o desperdício. A campanha começa a ser veiculada na sexta-feira, pela W/Brasil.

sacola plastica

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Poeta do Twitter
Categorias: Cultura Geral, Identidade Digital
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Cada vez mais as pessoas usam as redes sociais como arma de trabalho. E foi o que o escritor Fabrício Carpinejar fez. Fabricio vai lançar pela Bertrand Brasil uma compilação de suas frases no Twitter. O livro vai ter o nome de seu endereçono Twitter: “www.twitter.com/carpinejar/“. Segundo Carpinejar, o Twitter é como “um torpedo que a gente manda para si mesmo” e um site “ótimo para treinar epitáfios”.

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Novo som da banda La Raza
Categorias: Música
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O melhor de hoje no twitter foi o comentário do músico Alex Panda: “As bandas de Hoje são inspiradas nos Power Rangers: azul, verde, vermelho, amarelo e assim vai…” (OBS.: quem quiser considerar isso um recado direto para o último vídeo aqui postado, fique à vontade!)

Mas quem quiser ouvir um rock and roll de verdade feito no Brasil, conheça o som da Banda La Raza, hoje dedicado especialmente para aqueles que já passaram da fase “é hora de morfar”:

la_raza

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Novo clipe do Restart - Recomeçar
Categorias: Música
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Os verdadeiros coloridos!

Direção: Bruno Graziano
Fotografia: Everton Oliveira e Cleber Isler
Produção Executiva: Murilo Costa
Roteiro: Bruno Graziano e Bruno Dias
Direção de Arte: Controle Remoto Filmes

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Social Media Revolution
Categorias: Identidade Digital
6set  

Chegamos para ficar!

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E quem está certo?
Categorias: Identidade Digital
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Presidentes das maiores companhias dos EUA ignoram redes sociais, diz pesquisa

Os presidentes das principais companhias norte-americanas estão afastados das redes sociais, segundo um novo estudo que diz que os executivos deveriam ser mais conectados aos clientes.

A pesquisa foi conduzida pelo blog “UberCEO.com”, que consultou a lista dos 100 presidentes-executivos de 2009 da revista “Fortune”, para determinar quantos estavam usando Facebook, Twitter, LinkedIn, Wikipedia ou tinham um blog e descobriu que a maioria está ausente na crescente comunidade de redes sociais.

O estudo encontrou apenas dois executivos com conta no Twitter, enquanto 81% dos pesquisados afirmaram não ter uma página pessoal no Facebook.

Somente 13 presidentes-executivos mantinham perfis no site de relacionamento profissional LinkedIn. Três executivos se destacaram com mais de 80 conexões, sendo todos de companhias de tecnologia como Michael Dell, fundador e diretor-executivo da fabricante de hardware Dell, Gregory Spierkel, da distribuidora de produtos tecnológicos Ingram Micro, e John Chambers, da Cisco Systems.

Nenhuma das pessoas listadas pela “Fortune” tem um blog. “Eu estou chocado que os principais presidentes-executivos podem parecer ser tão desconectados do modo com o qual os próprios clientes estão se comunicando. Eles estão dando a impressão de que estão desconectados, desocupados e desinteressados”, afirmou Sharon Barclay, editor do “UberCEO.com”.

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Criatividade Salgada
Categorias: Identidade Digital
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Criatividade aliada a uma ótima edição resulta nisso.

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Casamento Bizarro
Categorias: Midias Sociais
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Chris Brown?

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Primeira Edição do Sampa Rocks Fest
Categorias: Música
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Aconteceu no último domingo, dia 30 de agosto, a primeira edição do Sampa Rocks Fest. O evento, organizado pelas agências One Music e SobControle, trouxe de volta a São Paulo, em grande estilo, a magia dos festivais de rock que há muito não encontravam espaço na cidade mais roqueira do país.

O local escolhido para receber o primeiro Sampa Rocks Fest foi o Espaço Victory, no bairro da Penha. Com uma estrutura que poderia facilmente ser comparada a de grandes casas de espetáculos de São Paulo, o espaço ganhou também um novo palco, montado em frente ao já existente. Assim, quando uma banda terminava sua apresentação em um dos palcos, imediatamente tinha início o show do palco seguinte.

A série de apresentações teve início ao meio-dia e terminou pouco antes da meia-noite. Para os que chegaram antes da abertura dos portões da casa de espetáculos, foram quase doze horas de música sem intervalo, onde 24 bandas subiram aos palcos. Os destaques da noite foram as bandas: Restart, Granada, Dance of Days, Envydust, Cine e Forfun.

Seguindo a tendência de cores chamativas e músicas dançantes, a banda Restart foi uma das mais assediadas pelo público em sua chegada, e teve praticamente todas as suas músicas acompanhadas em coro pelos presentes. Lançando seu novo single e dando continuidade a série de shows com sua nova formação, a banda Granada mostrou todo o seu potencial para se tornar um dos grandes destaques do rock nacional.

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Já consolidada em sua brilhante trajetória no underground, a Dance of Days provou que seus shows continuam a ser uma das melhores opções quando o assunto é rock. O mesmo aconteceu com a Envydust, recém chegada de uma turnê pela Europa, que empolgou seus fãs interpretando os maiores sucessos da banda.

Vencedores da categoria revelação do Prêmio Multishow 2009 e uma das bandas mais esperadas do dia, a Cine mostrou os principais destaques do seu mais novo trabalho, o CD Flashback. Já a banda carioca Forfun, indicada ao prêmio de melhor banda de rock do VMB 2009, foi também a principal atração da noite. A banda apresentou o disco Polisenso, lançado inicialmente via internet, além dos maiores sucessos dos CDs anteriores. Os quase três mil presentes acompanharam o show com alegria e empolgação até o último minuto.

Todos os participantes da primeira edição do Sampa Rocks Fest tiveram a chance de conferir de perto aquele que promete ser um dos grandes festivais de rock da cidade de São Paulo, onde bandas iniciantes terão a oportunidade de dividir o palco com bandas consagradas e mostrar que a essência da música está no ato de dividi-la com os demais.

Por Raquel Belém

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Entrevista com o fotógrafo Eduardo Romeiro
Categorias: Entrevista
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Qual é o frequentador de fotologs de bandas independentes de São Paulo que nunca viu uma foto assinada com o nome ORELHA? Este é Eduardo Romeiro, 23 anos, publicitário e um dos mais conhecidos fotógrafos do meio underground.

Quando você começou a fotografar, por quê?

Comecei a fotografar profissionalmente depois que comprei minha primeira máquina, uma Canon 300D. Trabalhei como designer em uma gráfica, juntei a grana de salário e peguei minha primeira máquina. Sempre gostei muito de fotografia, mas nunca tinha tido a oportunidade de ter um bom equipamento na mão, com essa oportunidade não perdi tempo, foi aí que começou tudo.

Como publicitário formado, você poderia trabalhar em várias áreas, porque escolheu a fotografia?

A fotografia sempre me chamou a atenção, seja a fotografia publicitária ou suas outras vertentes. Mesmo formado, decidi ficar nessa área, já que assim também não fugiria muito da minha formação.

Você cursou publicidade em função da fotografia ou uma coisa veio depois da outra?

Pelo contrário, acabei gostando mais de fotografia durante as aulas na faculdade mesmo.

Porque fotografar bandas independentes e não bandas já consagradas na mídia? O retorno financeiro não seria maior?

Com certeza seria. Fotografar bandas independentes foi uma coisa que veio acontecendo naturalmente, fotografando bandas de amigos. Consequentemente fui ganhando certo “nome” no meio independente das bandas e assim fui fazendo contatos.

Eduardo Romeiro

Em sua opinião, qual é a diferença entre fotografar uma banda independente e uma banda já consagrada?

Na verdade a única diferença são os lugares que você vai fotografar. As bandas consagradas já têm uma infra-estrutura grande de palco, iluminação e etc. As bandas independentes ainda sofrem bastante com a falta de cuidado dos lugares onde tocam, pois os donos das casas parecem não entender que investir em uma boa infra só vai trazer mais lucro pra eles.

Você com certeza já deve ter feito outros trabalhos fotográficos como festas, paisagens, casamentos e etc. No entanto escolheu fotografar com maior frequência bandas independentes, por quê?

Sim já fiz outros tipos de trabalho e ainda faço, só não divulgo tanto quanto os trabalhos com banda. O que eu gosto na fotografia de bandas é que tudo é questão de momento, o que aconteceu não acontece igual de novo, isso pra qualquer área da fotografia me encanta muito.

Neste meio underground existem diversos fotógrafos, alguns profissionais formados e outros porque compraram uma câmera. Você acha que essa grande quantidade de “amadores” prejudica seu trabalho?

Pois é, esse assunto sempre é muito complicado. Não julgo ninguém que está começando no meio da fotografia, pois tudo tem um começo, porém as pessoas têm que entrar pensando em estudo e não só em STATUS. Assim facilitaria muita coisa pra todo mundo.

Você trabalha para alguma agência de notícias ou costuma vender suas fotos?

Atualmente não trabalho pra nenhuma agência, costumo enviar minhas fotos pros amigos da LBVIDZ, com quem sempre colaborei.

Li em seu fotolog que você vende fotos impressas para os fãs. A tabela de preços dos fãs e da agência de notícias é a mesma? Como funciona isso?

Não, geralmente as fotos impressas que vendo acabo cobrando apenas o valor de custos mesmo, impressão e envio. Não é um negócio que eu faça pra ganhar dinheiro, é apenas mais um meio de divulgar minhas fotos, e assim também as fãs das bandas podem ter a foto impressa.

Cite uma foto que você considera inesquecível. Por quê?

Posso citar como “inesquecível” uma foto que tirei do NX Zero, não considero minha melhor foto, mas foi minha primeira foto publicada no fotolog deles e me abriu MUITAS portas.

Você é muito participante em suas redes sociais, tais como fotolog, orkut, twitter e etc. Qual é a sua opinião sobre esses novos meios de comunicação? Até que ponto eles são positivos e quando se tornam negativos para o seu trabalho?

São positivos porque facilitam a comunicação entre as pessoas, facilitando a divulgação do meu trabalho. Como ponto negativo posso citar que às vezes falta o “filtro” pra alguns assuntos.

Você é um dos poucos fotógrafos que possui um fã-clube, geralmente são as bandas quem os têm. Você acha que esse grupo de fãs surgiu como um reconhecimento do seu trabalho ou porque você faz parte da equipe de uma banda?

Na verdade acho isso muito estranho, mas claro que eu só tenho a agradecer por isso, já que isso de qualquer forma demonstra que as pessoas têm gostado do meu trabalho. Com certeza algumas pessoas chegam a mim devido ao trabalho com as bandas que elas gostam, mas de qualquer maneira elas reconhecem meu trabalho e isso é muito gratificante.

Quais as marcas de câmeras mais utilizadas pelos fotógrafos do underground? Por quê?

Creio que a galera tem usado bastante Canon, dificilmente vejo pessoas com outras marcas. Acho que por escolha mesmo, nada de especial. Afinal a melhor peça da câmera continua sendo o fotógrafo.

Quais as características essenciais que uma máquina fotográfica precisa ter para que as fotos de um show em um lugar terrível (como a Tribe House) fiquem boas?

Não só pra Tribe, mas pra qualquer lugar desprovido de iluminação o que conta é ter uma boa lente com abertura de diafragma legal, e também é sempre bom contar com uma máquina que não traga muito ruído nas fotos.

Por Raquel Belém

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