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Facebook na cola do Google
Categorias: Negócios
18fev  

O Google que se cuide! o Facebook já é o segundo site mais acessado dos Estados Unidos, só perdendo para o Yahoo.

Em dezembro, encostava no portal, com 132,13 mihões de usuários únicos contra 133,45 milhões do Yahoo, agora em janeiro o tráfego do Facebook cresceu para 133,62 milhões, enquanto o Yahoo cai para 132 milhoes, segundo dados da Compete.com .

Abaixo segue um gráfico de evolução:

E por falar em Google, Eric Schmidt, o presidente-executivo do Google, instou o setor de telefonia móvel a não bloquear as oportunidades oferecida pela web móvel, e disse que o Google e as operadoras de telecomunicações poderiam ter uma relação simbiótica.

Falando pela primeira vez no Mobile World Congress, o maior evento anual do setor de telecomunicações, Schmidt instou as operadoras a aproveitar um momento histórico e a que se colocassem à altura da ocasião ao trabalhar com, e não contra, o Google.

“É como se fosse magia. Subitamente existem coisas que você pode fazer e nem mesmo imaginava antes… devido a esse ponto de convergência,” disse ele à plateia em Barcelona.

“Chegou o momento –aqui, agora, para este ano e os anos vindouros”, disse a um auditório repleto de executivos de operadoras, de fornecedores de equipamento de telecomunicações, e de observadores do setor, que tendem a encarar o Google com suspeita.

“Existe uma implicação disso que creio não tenha sido expressada, aqui ou no setor mais amplo,” disse Schmidt à plateia. “É o princípio de que a comunicação móvel vem antes.”

O Google causou irritação no setor ao lançar uma plataforma para celulares inteligentes –Android–, pela venda de um celular concebido pela empresa diretamente aos consumidores e pelo anúncio de planos para criar uma rede de banda larga de altíssima velocidade.

As atitudes da empresa também foram vistas como problema por algumas operadoras que estão tendo de investir e atualizar suas redes a fim de atender à imensa demanda por serviços de dados, da parte de usuários que passam cada vez mais tempo na Internet móvel e nos sites do Google, o líder de buscas na Internet, e outros.

“Queremos ter um pouquinho do Google nas transações de todo mundo com a Internet,” disse Schmidt.

Mas ele disse que todos tinham valor a extrair, e que as operadoras deveriam ver como vantagem a ampla elevação no uso dos serviços de dados. Schmidt afirmou que elas recuperariam seus investimentos de muitas maneiras diferentes.

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