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Myspace quer recuperar prestígio
Categorias: Midias Sociais
11mar  

O Myspace quer recuperar o tempo perdido. Com perda de audiência, numerosas demissões e duas reformas em seu quadro executivo, o MySpace, no passado líder das redes sociais na internet, vem passando por um ano difícil.

Mike Jones, que no mês passado assumiu a copresidência da empresa, com Jason Hirschhorn, disse que alguns dos funcionários do MySpace perderam a vontade de continuar lutando.

“Estamos em um momento no qual é preciso fé”, disse Jones, acrescentando que a empresa havia encorajado pessoas que não tinham pleno compromisso para com ela que se demitissem.

A necessidade de fé é um bom indicador quanto às dimensões do desafio que o MySpace, parte da News Corp, tem de enfrentar. Diante a concorrência de redes sociais cada vez mais ativas, como o Facebook e o Twitter, e da chegada do Google a esse mercado, o MySpace espera se tornar a primeira rede social a reconquistar seu apelo perdido junto às audiências.

Na sede da companhia em Beverly Hills, na segunda-feira, Jones e Hirschhorn delinearam seu plano pela primeira vez desde que assumiram como copresidentes. Exibiram a nova versão do site que será lançada gradativamente ao longo das próximas semanas e meses.

O novo site dá à música e ao conteúdo de mídia posição mais central no MySpace, com recursos como a capacidade de ouvir uma lista de música criada a partir de canções que outros usuários do MySpace estejam compartilhando em suas atualizações.

O objetivo é estimular o crescimento no número de novos usuários e atrair de volta os usuários perdidos, disse Hirschhorn.

“Não queremos ficar com 100 milhões [de usuários] ou 120 milhões. Queremos crescer para os 200 milhões ou 300 milhões”, disse Hirschhorn, sem revelar o cronograma para atingir esses números.

O MySpace teve 119,6 milhões de visitantes únicos, em todo o mundo, em janeiro de 2010, uma queda de 7,4%, ante o resultado do mesmo mês um ano antes, embora acima dos 108,1 milhões de novembro, sua mais baixa audiência, de acordo com a ComScore.

Vamos ver como as outras redes vão receber isso.

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iPhone causa dependência
Categorias: Pesquisa & Inteligência Competitiva
9mar  

Se você é usuário de iPhone, presete muita atenção nessa notícia. Uma pesquisa conduzida pela Universidade Stanford confirma o que muitos usuários de iPhone talvez já suspeitassem: o smartphone da Apple pode causar dependência. As informações são do site TechDaily.

O trabalho foi conduzido a partir de 200 estudantes que possuíam iPhone e 70% deles tinham o aparelho há menos de um ano. Mas a tendência mais interessante foi como o iPhone se tornou uma parte indispensável no estilo de vida dos estudantes tão rapidamente, e  como muitos deles reconheciam abertamente que se sentiriam perdidos caso ficassem sem o smartphone.

Por volta de 85% dos proprietários de iPhone usam-no como relógio, e 89% o utilizam como despertador. Os dados apontam ainda que 75% admitiram que dormem com o iPhone na cama, e 69% informaram que eram mais propensos a perder a carteira do que o iPhone quando saíam pela manhã.

Quando solicitados para avaliar o nível de dependência do iPhone em uma escala de um a cinco (sendo que o nível cinco significava dependente e o um, nem tanto), 10% dos estudantes admitiram total dependência do dispositivo, 34% se autoavaliaram na escala quatro, e apenas 6% disseram que não eram dependentes.

Dentre aqueles que não se consideravam totalmente dependentes, 32% expressaram preocupação com a possibilidade de se tornarem um dia.

Segundo a pesquisa, 15% classificaram o iPhone como uma maneira de se tornar viciado em mídias; 30% o denominaram como “uma porta para o mundo”; 25% disseram que o iPhone é “perigosamente encantador”; e 41% disseram que perder seu iPhone seria “uma tragédia”.

Especialistas ainda não conseguem entrar em acordo se a dependência tecnológica, seja de internet ou de dispositivos eletrônicos, seja qualificada ou não como uma desordem mental.

Apesar dos resultados interessantes, Tanya Luhrmann, professora antropóloga da universidade, hesita em confirmar a dependência em iPhone como uma doença. “Não acho que seja realmente uma doença. Acho que eles [os entrevistados] realmente gostam dos seus iPhones”, disse ela.

Há, também, aspectos positivos demonstrados nos dados: mas de 70% dos usuários entrevistados disseram que o iPhone os deixou mais organizados, enquanto 54% disseram que o aparelho os deixou mais produtivos.

Fonte: Folha on line

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Contratação via Redes Sociais cresce no Brasil
Categorias: Midias Sociais, Música
8mar  

Com o crescimento do emprego no país, as empresas estão especializando seus RH para um tipo de contratação diferente: via redes sociais. Com 50 milhões de usuários em cerca de 200 países, o Linkedin tornou-se a maior rede social profissional utilizada por empresas de todos os cantos do globo. Mas ferramentas de comunicação mais rápidas, como o Twitter, vêm completando o arsenal de quem precisa caçar talentos com rapidez.

Segundo pesquisa da Jobvite.com, tomando-se como base o grupo de empresas que já usam redes sociais,  o  LinkedIn é utilizada em 95% dos casos de recrutamento de profissionais.

Ele foi desenvolvido para armazenar currículos e outras informações, ajudar na procura de empregos e de empregados e fazer com que as pessoas mantenham contato.

Na América Latina, onde a rede tem mais de 1 milhão de usuários, o fenômeno não é muito diferente. Há pouco mais de um ano, quando anunciou a interface em português, o LinkedIn já via a comunidade brasileira como a mais ativa da região.A forma neutra com que é utilizado faz com que o Linkedin se torne referencia global. Dentro dessa ferramenta o recrutador pode usufruir de maneiras para abordar um candidato oferecendo uma oportunidade, e o mesmo pode declinar do convite com total discrição.

Para a especialista em recrutamento da consultoria Robert Half, Adriana Cambiaghi, a rede social acelera a identificação do profissional, e isso faz com que o processo seletivo leve menos tempo.

A entrada das redes sociais não mudou os critérios de busca efetuados pelas empresas. Solidez, crescimento na carreira, pró-atividade e interesse são fórmulas chave para o reconhecimento.

Segundo a opinião da especialista, os recrutadores avaliam bem os candidatos que apresentam rapidez nas respostas, já que isso acelera automaticamente o processo de busca.

Redes sociais como, Twitter, Orkut e Facebook ainda não caíram nas graças dos recrutadores de áreas que envolvem a “formalidade” na apresentação.

Se apenas o Linkedin é encarado como ferramenta “séria” pelos recrutadores, o profissional de criação, fã de postagens, links e debates ou até um iniciante na profissão, que ainda não tem um currículo suntuoso para incluí-lo na rede profissional estará sem chance na internet?

A resposta é não.

Ferramenta fundamental e já em pleno funcionamento para buscas profissionais, o Twitter é peça utilizada com freqüência por agências de comunicação e criação.

“A faixa de idade de quem trabalha de criação é muito baixa. São profissionais que ainda estão construindo a carreira. Por isso, escolhemos o Twitter como opção, pois valoriza o lado espontâneo das pessoas”, afirma o vice-presidente de criação da Agência Click, Raphael Vasconcellos.

Para ele, esses profissionais são mais informais, se preocupam em criar e se comunicar na rede e não em manter currículos atualizados, requisito básico no Linkedin.

A Click, que é especializada em marketing digital, se utiliza de duas vertentes para conhecer melhor seus futuros profissionais: o próprio site, que funciona como uma rede social que agrega pessoas interessadas em seu trabalho, e o Twitter.

Seguida por mais de 6 mil usuários, a empresa se acostumou a postar vagas e artigos e realizar premiações entre seus seguidores. “No Twitter temos respostas mais rápidas. Isso o torna um canal muito interessante. O mercado de comunicação já adotou a ferramenta”, explica o executivo.

De acordo com Vasconcellos, o Twitter é o canal mais fácil e descentralizado para postar vagas. No Orkut, por exemplo, o foco da empresa é apenas em comunicação institucional, já que nesta rede o processo é mais demorado.

Com o envio de mensagens diretas ou de links com portfólio, o trabalho de recrutamento tende a ficar menos demorado.

O efeito Retweet, segundo Vasconcellos, é intenso e faz com que a exposição da vaga cresça ainda mais.

As empresas de comunicação deverão puxar o movimento pela seleção de profissionais por meio de redes sociais. É inevitável que isso aconteça também nas indústrias e empresas de prestação de serviços.

Vasconcellos vai além. “Na medida em que os profissionais utilizam a internet para expor seus trabalhos ou escrever sobre experiências, as empresas utilizarão as redes para discutir projetos e perfis para a área de trabalho”, prevê.

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Mais nova moda do brasileiro: Formspring.me
Categorias: Midias Sociais
4mar  

Os brasileiros sempre aderem a novas modas, e mais recente foi o Formspring.me, serviço de perguntas e respostas lançado em novembro nos Estados Unidos, e que vem repetindo desempenho que apenas um site já conseguiu entre os brasileiros: a rede social Orkut, do Google.

Dados do Ibope Nielsen Online mostram que o Formspring.me atingiu 3,9 milhões de usuários únicos em janeiro, crescimento de três vezes em relação aos 1,3 milhão de internautas registrados em dezembro no Brasil.

O Orkut também demorou os mesmos três meses para atingir a mesma marca em 2005. Já o YouTube precisou de sete meses para chegar ao número no Brasil, segundo o analista do Ibope Nielsen Online, José Calazans.

Em ambos os exemplos, Ibope computava apenas acessos vindos do ambiente doméstico. Alterado emmaio de 2009, o sistema de medição da consultoria computa atualmente tanto acessos domésticos como corporativos.

Seja em números absolutos ou relativos, o Ibope aponta que o Brasil é o mercado onde o Formspring.me é mais popular no mundo.

Nos Estados Unidos, onde  foi criado, o serviço atingiu 2,3 milhões de usuários únicos, o que corresponde a 1,1% da base total de internautas no país. Os 3,9 milhões de brasileiros correspondem a 10,5% da base total de internautas no País.

Segundo Calazans, o crescimento é baseado em um grupo composto tanto por “meninas adolescentes, socializando-se em meios às informações sobre os amigos, como já fazem no Orkut” e “jovens até 24 anos, que procuram humor na internet e encontram no Formspring.me uma fonte inesgotável de perguntas e respostas divertidas”.

Tal qual a popularização do Twitter entre os brasileiros, o Formspring.me se beneficia do tráfego que recebe do Orkut - 28,2% das referências feitas ao serviço de pergunta e resposta vem da rede social do Google, enquanto a plataforma de microblog é responsável por 14,1%.

Qual será a próxima novidade?

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Embratur lança canal no Youtube
Categorias: Cultura Geral
1mar  

Uma boa notícia para quem quer conhecer roteiros turísticos pelo Brasil. Segundo notícia do NYTimes, a Embratur anuncia hoje parceria com o YouTube para abrir seu próprio canal no site, que deve combinar vídeo clipes com o Google Maps. Disponível no youtube.com/visitbrasil, o canal vai contar inicialmente com cerca de 85 vídeos de atrações e destinos turísticos brasileiros.

Para quem não sabe, a Embratur já está presente nas mídias sociais através do Orkut, Facebook, Flickr e Twitter .


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