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1plá
Ibope lança ferramentas que monitoram plataformas de redes sociais
Categorias: Entrevista, Midias Sociais, Música, Negócios, Pesquisa & Inteligência Competitiva, TI
13mai  

De acordo com o Ibope, em março de 2010, 24,2 milhões de brasileiros acessaram regularmente comunidades online. Pensando nisso o Ibope Nielsen Online e o Ibope Mídia lançaram ontem aqui no Brasil, duas ferramentas de monitoramento de comportamento das pessoas nas redes sociais, o BuzzMetrics – Insights e o VídeoCensus. Essas duas ferramentas já eram utilizadas pelo instituto no exterior.

A primeira delas, o BuzzMetrics – Insights, veio para ajudar agências de publicidades e empresas de um modo geral a compreenderem a relação entre o consumidor e a marca nesse universo das redes sociais. A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nessas plataformas e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como o que é postado no Twitter, Facebook, fóruns, blogs etc. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens diariamente – o que é uma grande inovação porque até hoje a imensa maioria das ferramentas não conseguia monitorar nada que tivesse agregado às contas Google (incluindo aí o Orkut, que sempre exigiu um trabalho de monitoração manual).

A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope. A mensuração é feita através de palavras-chave, que verifica quem e o que se comenta, quem lê, como e quando as discussões acontecem e por aí vai. Dessa maneira, fica muito mais fácil para as empresas se aproximarem de seu consumidor e compreenderem o que ele está pensando sobre a marca.

Já o VídeoCensus faz um trabalho similar ao BuzzMetrics, só que voltado apenas para aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.

Com essas duas ferramentas fica muito mais fácil para quem trabalha na área de Mídia Social monitorar o impacto que sua ação teve no consumidor final e demonstrar ao seu cliente a força que esse tipo de mídia alternativa tem nos dias de hoje. E o melhor de tudo é que já sabemos de outra ferramenta que está sendo desenvolvida para o mesmo fim.

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1plá
Já conhece o @anywhere ?
Categorias: Entrevista, Midias Sociais, Música
16mar  


Tanta gente reclama de ter que trocar de página para ver seu Twitter, ou até mesmo usa outros programas como o Tweetdeck e Echofon, que você já imaginou poder continuar ligado nas twittadas de seu site preferido sem ter que sair dele? Pois é. É isso que a @anywhere, nova plataforma anunciada durante a SXSW por Evan Williams, CEO do Twitter, promete.


A ideia é fazer com que outros sites passem a usar a estrutura do Twitter dentro deles mesmos, sem obrigar o usuário a mudar de página. E o leitor não vai apenas poder acompanhar o que é twittado. Ele terá à sua disposição todas as ferramentas básicas do Twitter sem sair do site pelo qual está navegando. É a chance de poder acompanhar o perfil de um jornal e ver o que está sendo atualizado sem deixar a página da notícia e de twittar sobre um vídeo sem sair do YouTube.


A tecnologia aberta e a API do Twitter já são bem conhecidas e amplamente utilizadas por empresas, mas a nova plataforma é ainda mais simples de ser usada: em vez de implementar APIs, basta ao administrador copiar algumas linhas de javascript na programação de seu site.


Quando a plataforma estiver pronta para ser lançada, entre os sites participantes estarão: Amazon, AdAge, Bing, Citysearch, Digg, eBay, The Huffington Post, Meebo, MSNBC.com, The New York Times, Salesforce.com, Yahoo e YouTube.

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O pai do Twitter
Categorias: Entrevista, Midias Sociais
21out  

O homem do momento é o que se pode dizer de Biz Stone, o americano de 34 anos, que está à frente de uma empresa que, com apenas três anos de vida, já está avaliada em mais de US$ 1 bilhão. Estamos falando do Twitter, rede de microblogs criada por ele e pelos colegas Evan Williams e Jack Dorsey, que não por acaso se transformou em pouco tempo em um dos maiores sucessos da história da internet, atingindo a incrível marca de 45 milhões de usuários cadastrados.

No Brasil, o Twitter vem registrando um crescimento impressionante, o qu contabiliza oito milhões de usuários, sendo que a maior parte deles, cerca de cinco milhões, ingressou no sistema nos últimos três meses. O sucesso, porém, ainda não se reverteu em bons resultados financeiros. Situação, bem parecida à de outras investidas do gênero, como o YouTube e o Facebook. Todos ainda estão em busca de gerar receita para seus acionistas.

Biz Stone participa hoje no Brasil do II Encontro Agenda do Futuro, organizado pela TV1, e antes de chegar ao País, deu a seguinte entrevista, por e-mail:

Em três anos, o Twitter conquistou 45 milhões de usuários e está avaliado em cerca de US$ 1 bilhão. Você e seus sócios previam isso quando criaram a rede?

Sob muitos aspectos, o Twitter cresceu mais rápido do que o esperado. Os números mencionados impressionam em muitos níveis, e certamente não esperávamos tamanho crescimento num período tão curto. Dito isto, ainda sentimos que estamos apenas no começo do Twitter enquanto serviço e enquanto empresa, e por isso esperamos um crescimento ainda maior no futuro.

 

Em Cannes, durante o festival de publicidade, você demonstrou certa tranquilidade pelo fato de o Twitter ainda não apresentar receita. Quando você acredita que a empresa vai começar a dar lucros?

Vamos lançar este ano produtos capazes de proporcionar renda. Um desses produtos que estamos desenvolvendo, mas que ainda não lançamos, permitirá às contas comerciais um novo nível de acesso à informação relativa às suas próprias contas do Twitter. Todas as contas do Twitter permanecerão gratuitas, mas algumas empresas podem estar dispostas a pagar por uma ferramenta analítica que lhes permita avaliar seu sucesso e aprimorar o uso que fazem do Twitter - o que beneficia a todos no longo prazo.

Que modelo de negócio é o mais apropriado para que o Twitter sobreviva à onda de expansão na internet e não tenha o mesmo destino de projetos, como o Second Life, que não se viabilizaram economicamente?

O Twitter é uma rede de informações a caminho de se tornar indispensável no dia a dia das pessoas - para negócios, política, emergências, festas e muitos outros usos. O modelo mais apropriado para o Twitter valoriza o sistema e torna o serviço ainda mais relevante sem se tornar um obstáculo.

O Twitter não estaria apenas à espera de uma oferta de compra bilionária?

Não estamos interessados em nos envolver com negociações de aquisição, porque o Twitter pode ser uma empresa muito importante e rentável por si mesma. Há alguns serviços mais difíceis de operar do ponto de vista da monetização, mas o Twitter não é um deles. O Twitter está em boa posição para gerar receita.

 

Há algum impedimento técnico para a adoção de anúncios pelo Twitter?

O sistema TweedSpeed (que gerencia o tráfego do Twitter em tempo real), mostra que são enviadas cerca de 12 mil postagens por minuto e, caso os vídeos de anúncios fossem implementados, seria necessário muito mais banda de internet.

Não há motivo técnico que nos impeça de entrar no ramo da publicidade.

Incluir no Twitter miniaturas de imagens e vídeos (mesmo que esse conteúdo seja hospedado em sites de terceiros) não seria o próximo passo para a expansão do negócio?

Atualmente, há muitas formas de incluir imagens e vídeos nos tweets (postagens), mas elas são desenvolvidas por terceiros com os recursos de nossa plataforma de tecnologia aberta. Há dezenas de milhares de aplicativos que funcionam com o Twitter, e muitos mais são criados todos os dias. Esses aplicativos permitem que os usuários compartilhem fotos, por exemplo, mesmo que a Twitter, Inc. não esteja no ramo da hospedagem de fotos. Como resultado final, os usuários encontram grande conveniência em nosso serviço, e isso é o mais importante.

 

Como você interpreta os estudos que dizem que 90% dos conteúdos veiculados no Twitter são produzidos por apenas 10% dos seus usuários e que mais de 30% dos que entram uma primeira vez e se registram nunca regressam uma segunda vez?

Não tenho certeza se esse dado está correto, mas é verdade que haverá no Twitter mais pessoas consumindo informação do que a criando. Nossas ferramentas de busca e descoberta estão melhorando, o que significa que muitos virão ao Twitter para aprender e descobrir, e nem sempre para criar novo conteúdo. Não há problema nisso. Uma questão separada é a de superar a lacuna entre conhecer o Twitter e engajar-se verdadeiramente com o produto - reconhecemos que esse aspecto poderia ser melhorado, e estamos trabalhando nisso no momento. Reitero que o mais importante é oferecer um serviço relevante para nossos usuários.

 

Como tem sido essa sua atual vida de viajante para divulgar o Twitter?

Todos os dias as pessoas usam o Twitter para fazer coisas notáveis. Elas se organizam para arrecadar recursos destinados a causas importantes, comunicando-se e ajudando umas às outras durante situações de emergência, e descobrem formas de partilhar informações importantes em partes do mundo onde isso não é tão fácil. Minha esperança ao partilhar o pouco que aprendemos até o momento é de que as pessoas compreendam o seguinte: não importa o quão sofisticada seja a tecnologia ou quantas máquinas sejam acrescentadas à rede, o Twitter não é um triunfo da tecnologia, mas um triunfo da humanidade

 

Fonte:Estadão on line

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Greenpeace no centro de São Paulo
Categorias: Entrevista, Identidade Digital
25set  

Greenpeace no centro de São Paulo

 

 

A Full apóia o Greenpeace.

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1plá
Entrevista com o fotógrafo Eduardo Romeiro
Categorias: Entrevista
1set  

Qual é o frequentador de fotologs de bandas independentes de São Paulo que nunca viu uma foto assinada com o nome ORELHA? Este é Eduardo Romeiro, 23 anos, publicitário e um dos mais conhecidos fotógrafos do meio underground.

Quando você começou a fotografar, por quê?

Comecei a fotografar profissionalmente depois que comprei minha primeira máquina, uma Canon 300D. Trabalhei como designer em uma gráfica, juntei a grana de salário e peguei minha primeira máquina. Sempre gostei muito de fotografia, mas nunca tinha tido a oportunidade de ter um bom equipamento na mão, com essa oportunidade não perdi tempo, foi aí que começou tudo.

Como publicitário formado, você poderia trabalhar em várias áreas, porque escolheu a fotografia?

A fotografia sempre me chamou a atenção, seja a fotografia publicitária ou suas outras vertentes. Mesmo formado, decidi ficar nessa área, já que assim também não fugiria muito da minha formação.

Você cursou publicidade em função da fotografia ou uma coisa veio depois da outra?

Pelo contrário, acabei gostando mais de fotografia durante as aulas na faculdade mesmo.

Porque fotografar bandas independentes e não bandas já consagradas na mídia? O retorno financeiro não seria maior?

Com certeza seria. Fotografar bandas independentes foi uma coisa que veio acontecendo naturalmente, fotografando bandas de amigos. Consequentemente fui ganhando certo “nome” no meio independente das bandas e assim fui fazendo contatos.

Eduardo Romeiro

Em sua opinião, qual é a diferença entre fotografar uma banda independente e uma banda já consagrada?

Na verdade a única diferença são os lugares que você vai fotografar. As bandas consagradas já têm uma infra-estrutura grande de palco, iluminação e etc. As bandas independentes ainda sofrem bastante com a falta de cuidado dos lugares onde tocam, pois os donos das casas parecem não entender que investir em uma boa infra só vai trazer mais lucro pra eles.

Você com certeza já deve ter feito outros trabalhos fotográficos como festas, paisagens, casamentos e etc. No entanto escolheu fotografar com maior frequência bandas independentes, por quê?

Sim já fiz outros tipos de trabalho e ainda faço, só não divulgo tanto quanto os trabalhos com banda. O que eu gosto na fotografia de bandas é que tudo é questão de momento, o que aconteceu não acontece igual de novo, isso pra qualquer área da fotografia me encanta muito.

Neste meio underground existem diversos fotógrafos, alguns profissionais formados e outros porque compraram uma câmera. Você acha que essa grande quantidade de “amadores” prejudica seu trabalho?

Pois é, esse assunto sempre é muito complicado. Não julgo ninguém que está começando no meio da fotografia, pois tudo tem um começo, porém as pessoas têm que entrar pensando em estudo e não só em STATUS. Assim facilitaria muita coisa pra todo mundo.

Você trabalha para alguma agência de notícias ou costuma vender suas fotos?

Atualmente não trabalho pra nenhuma agência, costumo enviar minhas fotos pros amigos da LBVIDZ, com quem sempre colaborei.

Li em seu fotolog que você vende fotos impressas para os fãs. A tabela de preços dos fãs e da agência de notícias é a mesma? Como funciona isso?

Não, geralmente as fotos impressas que vendo acabo cobrando apenas o valor de custos mesmo, impressão e envio. Não é um negócio que eu faça pra ganhar dinheiro, é apenas mais um meio de divulgar minhas fotos, e assim também as fãs das bandas podem ter a foto impressa.

Cite uma foto que você considera inesquecível. Por quê?

Posso citar como “inesquecível” uma foto que tirei do NX Zero, não considero minha melhor foto, mas foi minha primeira foto publicada no fotolog deles e me abriu MUITAS portas.

Você é muito participante em suas redes sociais, tais como fotolog, orkut, twitter e etc. Qual é a sua opinião sobre esses novos meios de comunicação? Até que ponto eles são positivos e quando se tornam negativos para o seu trabalho?

São positivos porque facilitam a comunicação entre as pessoas, facilitando a divulgação do meu trabalho. Como ponto negativo posso citar que às vezes falta o “filtro” pra alguns assuntos.

Você é um dos poucos fotógrafos que possui um fã-clube, geralmente são as bandas quem os têm. Você acha que esse grupo de fãs surgiu como um reconhecimento do seu trabalho ou porque você faz parte da equipe de uma banda?

Na verdade acho isso muito estranho, mas claro que eu só tenho a agradecer por isso, já que isso de qualquer forma demonstra que as pessoas têm gostado do meu trabalho. Com certeza algumas pessoas chegam a mim devido ao trabalho com as bandas que elas gostam, mas de qualquer maneira elas reconhecem meu trabalho e isso é muito gratificante.

Quais as marcas de câmeras mais utilizadas pelos fotógrafos do underground? Por quê?

Creio que a galera tem usado bastante Canon, dificilmente vejo pessoas com outras marcas. Acho que por escolha mesmo, nada de especial. Afinal a melhor peça da câmera continua sendo o fotógrafo.

Quais as características essenciais que uma máquina fotográfica precisa ter para que as fotos de um show em um lugar terrível (como a Tribe House) fiquem boas?

Não só pra Tribe, mas pra qualquer lugar desprovido de iluminação o que conta é ter uma boa lente com abertura de diafragma legal, e também é sempre bom contar com uma máquina que não traga muito ruído nas fotos.

Por Raquel Belém

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