Quem se lembra dos antigos bate-papos do UOL? As antigas salas de chat agora ganharam uma nova versão. O site Chat Roulette, que se descreve como “comunicação humana totalmente nova e estranha”, nasceu em novembro passado e agora começa a decolar.
Trata-se de um serviço de bate-papo que junta desconhecidos para conversar, mas com o detalhe do recurso de vídeo. Ao entrar, o site pede autorização para acessar a webcam do usuário. Depois, é possível passar de um participante do site para outro –sem chances de voltar ao anterior.
Com uma maioria absoluta de homens solitários, o site funciona como um verdadeiro império das primeiras impressões, e transmite “uma ideia contemporânea da solidão que nem um pintor como Edward Hopper ousaria retratar hoje”, segundo o colunista da Folha de São Paulo Ronaldo Lemos.
Como se já não bastasse toda tecnologia que envolve os dois aparelhos, agora fazer ligações do seu iPhone ficou mais fácil (e barato): agora os donos do celular da Apple poderão fazer ligações por Skype usando internet 3G (ante só era possível com uma conexão wi-fi). Além disso, a empresa de telefonia afirma estar muito “empolgada” com o iPad, novo gadget apresentado por Steve Jobs.
Além disso, os desenvolvedores que trabalham nas versões do Skype para o iPhone afirmam que a qualidade do som das ligações está sendo aperfeiçoada e chegará em breve no mesmo nível de um áudio que encontrávamos nos extintos CDs (lembram deles?).
iPad
O iPad, novo gadget da Apple, não tem a função de telefone. Pelo menos a tradicional. Pois como o aparelho terá conexão 3G, a Skype se mostra muito animada com a possibilidade de desenvolver um software para ele.
A empresa divulgou uma nota mostrando sua expectativa com a nova aposta de Jobs: “Estamos muito empolgados com o iPad. Nossa equipe já está analisando o aparelho e vendo todos os seus aspectos, e vocês podem esperar ouvir mais sobre o serviço Skype para o iPad”.
Macmaníacos preparem-se! Rumores sugerem que a Apple está trabalhando no lançamento de 1 iMac de 22 polegadas com função touch ainda este ano. Citando informações obtidas com fornecedores da Apple na Ásia, ele alega que um modelo remodelado do desktop chegará ao mercado ainda em 2010, com um novo tamanho de tela (22 polegadas) sensível ao toque.
O jornal afirma ainda que quem fornecerá o novo modelo de tela para a Apple será uma empresa de Taiwan (Sintek Photronic), enquanto sua produção ficará a cargo da Quanta, uma empresa que vem passando por um bom momento no mercado graças à fabricação de MacBooks. Estima-se que, para produzir uma máquina como o iMac usando uma tela multi-touch, será necessário um processo semelhante ao que a HP adotou para a produção da sua linha TouchSmart de desktops, que já contam com esse tipo de display.
Embora tenha previsão de ser lançado em 2010, um novo iMac com funções multi-touch suportadas por sua tela não faria muito sentido no momento, julgando que a versão atual do Mac OS X não possui nenhum apelo especial para tirar proveito de touchscreens — pelo menos, não que eu saiba. Se esse rumor for verdadeiro, esse tipo de tecnologia de display apenas terá utilidades especiais para a Apple quando uma nova versão do sistema for lançada com recursos especiais para tirar proveito delas — o que não vai acontecer antes de 2011, pelo menos.
E não é que o gigante Google está pedindo pra sair?
A Google Inc. ameaça abandonar o mercado chinês, depois de acusar um ataque a contas de gmail de ativistas pró-direitos humanos no país. Em comunicado, a empresa diz que não vai mais censurar as pesquisas em seu mecanismo de buscas, como exige o governo chinês _ o que pode render a sua expulsão da China.
Desde 2006, quando o site Google.cn foi criado, pesquisas sobre termos como “dalai lama”, “massacre na Praça da Paz Celestial” e “Falun Gong” são bloqueadas. Até pesquisas sobre as biografias dos líderes do Partido Comunista podem vir em branco.
O desafio público da Google às autoridades chinesas ainda é mais chocante porque não há empresa ocidental que não se “ajuste” às regras chinesas para ter algum acesso ao mercado de maior potencial do mundo (em qualquer área). Empresas estrangeiras são enganadas pelos seus sócios chineses, são alvos de pirataria e afins, mas sempre mantém o silêncio e seguem as regras do jogo. Algumas têm sucesso e fazem bilhões. A Google cansou.
Provavelmente negociou a portas fechadas com o governo chinês, sem resultado. Decidiu pelo barulho. Há uma razão evidente: os negócios da Google representam uma parcela pequena do rendimento da gigante americana. E aí voltamos ao tema da censura. O governo chinês estimula sites locais que copiam os americanos para dominar o mercado. Há uma cópia do Youtube (o Youku), que coloca no ar seriados e filmes americanos sem pagar os direitos, assim como versões piratas de eBay, Facebook, Amazon e por aí vai.
Não se trata apenas de protecionismo. As autoridades de Pequim sabem que as empresas locais vão colaborar com mais fervor na autocensura. O Google sofreu diversos bloqueios, retiradas do ar, advertências públicas _ e foi perdendo mercado para o Baidu.com, a cópia local do Google, que tem excelentes relações com o Partido Comunista. O Baidu tem 62% do mercado, o Google, 29%. Nos cálculos da empresa californiana, parece que não vale mais a pena disputar esse mercado. Estou à espera dos próximos rounds.
Como se já não bastasse ser o maior buscador do planeta, agora o Google pediu às autoridades americanas a autorização para se converter fornecedor de eletricidade a fim de abastecer diretamente e negociar no mercado a longo prazo de energia.
O grupo, por meio de sua filial Google Energy, pediu para se beneficiar de um estatuto comercial e de uma autorização geral para comprar e vender nos mercados de energia.
Este pedido representa um passo adicional do gigante da internet no domínio da energia, para alcançar seu objetivo de reduzir as emissões de carbono.
O grupo já havia anunciado, em 2007, que investiria em energias verdes.
A partir do ano que vem, o Twitter vai oferecer às empresas a opção de acessarem o site pagando pelo serviço. Aí você me pergunta: o que elas ganham com isso? e eu respondo: Informações mais que valiosas, incluindo feedback e estatísticas, através de um “nível especial de acesso”.
É praticamente unir o útil ao agradável. Além de tornar o microblog ainda mais atraente para as empresas, a estratégia deve trazer bons rendimentos para o Twitter - cujo valor estimado atualmente é de 1 bilhão dedólares.
Biz Stone, seu co-fundador, também confirmou a possibilidade de novas parcerias, o que pode envolver agências de notícias e organizaçoes da mídia.
Ou seja, guarde uns trocados para investir na ferramenta do futuro.
A evolução das coisas acarreta em evolução pessoal. Foi-se o tempo em que as crianças escreviam cartas para o Papai Noel pedindo bonecas e carrinhos.
Como o negócio hoje está muito mais ‘high tech’, a loja PC World de Londres está oferecendo treinamento gratuito para os papais noéis na Inglaterra. Eles estão sendo apresentados a vários gadgets que são o sonho de consumo da nova geração e se familiarizando com nomes até entao estranhos para eles – como Nintendo DSi, PSP Go e e-reader.
E udo isso para garantir que os pedidos das crianças moderninhas sejam bem entendidos. Definitivamente, tanta tecnologia deixa os bons velhinhos confusos - “Antigamente era tudo mais fácil. Hoje eles pedem coisas como uma minicâmera Flip Chrome – pra ser honesto, eu nao fazia ideia do que isso significava”, afirmou um deles depois do treinamento.
Pra quem acha que o Twitter não serve para nada e que não tem informação nenhuma, essa realidade pode mudar. Chegou o Twitter Times, que funciona da seguinte maneira: ele checa os tweets de quem vc segue no microblog e confere os links mais populares, que aparecem mais vezes.
Com essas informaçoes, gera uma edição personalizada que mostra, na íntegra, os artigos mencionados por seus ‘seguidos’ e pelos amigos deles. O que também pode ser uma boa para os jornalistas, já que coloca as histórias mais comentadas em um só lugar, servindo de inspiraçao para novas matérias. Lançado na metade de setembro desse ano, o serviço ainda está sendo testado, mas já tem mais de 10 mil assinantes.
Esqueça todos os outros programas de música. O Google em parceria com MySpace e Lala, acaba de lançar um programa que se chama, OneBox ou Discover Music, serviço que vai adicionar músicas a seus resultados de busca a partir de hoje, mas por enquanto é só nos EUA.
Buscando por um álbum, artista, música ou mesmo parte de uma letra, o usuário vai receber indicações de links que abrem um pop-up onde ele vai poder ouvir a música, além de obter informações sobre download digital, compra de ingressos para shows, entre outros.
O Google conta com a parceria de grandes gravadoras, como EMI, Sony BMG, Universal Music e Warner Music, além de selos independentes.
Se você quiser saber como funciona o OneBox, dê uma olhada nesse vídeo.