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Facebook, o filme…
Categorias: Cultura Geral, Midias Sociais, Pesquisa & Inteligência Competitiva, Trabalhos
20jun  

Há algum tempo todo mundo anda falando sobre The Social Network,  o filme que será feito sobre o Facebook. A maioria está torcendo o nariz e blá-blá-blá. Essa semana foi divulgado o pôster do longa e, de repente, absolutamente todo mundo resolveu prestar mais atenção no projeto, que parece que vai ser bem contundente - ao menos, se tomarmos o pôster como base: “Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos“.

Na verdade, parece que o filme vai ser focado no criador do Facebook, Mark Zuckerberg, mas como o roteiro está guardado a sete chaves, não dá pra saber exatamente qual vai ser o enredo. Já estão confirmados no elenco Jesse Eisenberg, Justin Timberlake, Andrew Garfield, Joe Mazzello e Rashida Jones. The Social Networ estreia lá fora no dia 1º de Outubro.

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Pesquisas mostram que mais de 80% dos brasileiros com acesso a internet estão nas redes sociais
Categorias: Cultura Geral, Midias Sociais, Pesquisa & Inteligência Competitiva, Trabalhos
15jun  

O Brasil é maior que a Itália, Espanha e Japão. Ao menos em termos de uso de plataformas de rede social isso é a mais pura verdade. De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, divulgada hoje, 86% dos internautas brasileiros ativos acessaram algum tipo de plataforma de rede social ao longo do mês de abril. Por conta desse dado, o Brasil tomou a liderança do ranking de mais ativo nas redes sociais, onde a Itália aparece com 78%, seguido da Espanha, com 77% e do Japão com 75%.

Cada usuário brasileiro passou 5 horas e 3 minutos em média nesse tipo de sites. Esse número ainda se deve muito à popularidade do Orkut, que apesar de não ser mais considerado como hype, ainda está entre os queridinhos da população brasileira. Já o Facebook, a rede social mais acessada do mundo, mesmo com todo o crescimento que teve em 2009 graças aos jogos colaborativos, como Farmville e Mafia Wars, ainda não alcançou o sucesso do concorrente que faz parte da família Google. Apenas 30% dos internautas brasileiros acessam o Facebook por enquanto.

O estudo ainda aponta o crescimento geral no acesso a mídia social (redes sociais e blogs), que representaram cerca de 110 bilhões de minutos de acesso à internet em abril, ou seja, 22% do tempo gasto online por internautas. E para deixar mais claro o quão esse momento está voltado para esse tipo alternativo de mídia, três plataformas de redes sociais estão no ranking das marcas mais valiosas do mundo: Facebook, YouTube e Wikipedia.

E o mercado está bem atento a isso e disposto a falar cada vez mais de perto com o seu consumidor final, lançando mão da mídia social.

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1plá
Ibope lança ferramentas que monitoram plataformas de redes sociais
Categorias: Entrevista, Midias Sociais, Música, Negócios, Pesquisa & Inteligência Competitiva, TI
13mai  

De acordo com o Ibope, em março de 2010, 24,2 milhões de brasileiros acessaram regularmente comunidades online. Pensando nisso o Ibope Nielsen Online e o Ibope Mídia lançaram ontem aqui no Brasil, duas ferramentas de monitoramento de comportamento das pessoas nas redes sociais, o BuzzMetrics – Insights e o VídeoCensus. Essas duas ferramentas já eram utilizadas pelo instituto no exterior.

A primeira delas, o BuzzMetrics – Insights, veio para ajudar agências de publicidades e empresas de um modo geral a compreenderem a relação entre o consumidor e a marca nesse universo das redes sociais. A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nessas plataformas e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como o que é postado no Twitter, Facebook, fóruns, blogs etc. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens diariamente – o que é uma grande inovação porque até hoje a imensa maioria das ferramentas não conseguia monitorar nada que tivesse agregado às contas Google (incluindo aí o Orkut, que sempre exigiu um trabalho de monitoração manual).

A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope. A mensuração é feita através de palavras-chave, que verifica quem e o que se comenta, quem lê, como e quando as discussões acontecem e por aí vai. Dessa maneira, fica muito mais fácil para as empresas se aproximarem de seu consumidor e compreenderem o que ele está pensando sobre a marca.

Já o VídeoCensus faz um trabalho similar ao BuzzMetrics, só que voltado apenas para aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.

Com essas duas ferramentas fica muito mais fácil para quem trabalha na área de Mídia Social monitorar o impacto que sua ação teve no consumidor final e demonstrar ao seu cliente a força que esse tipo de mídia alternativa tem nos dias de hoje. E o melhor de tudo é que já sabemos de outra ferramenta que está sendo desenvolvida para o mesmo fim.

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iPhone causa dependência
Categorias: Pesquisa & Inteligência Competitiva
9mar  

Se você é usuário de iPhone, presete muita atenção nessa notícia. Uma pesquisa conduzida pela Universidade Stanford confirma o que muitos usuários de iPhone talvez já suspeitassem: o smartphone da Apple pode causar dependência. As informações são do site TechDaily.

O trabalho foi conduzido a partir de 200 estudantes que possuíam iPhone e 70% deles tinham o aparelho há menos de um ano. Mas a tendência mais interessante foi como o iPhone se tornou uma parte indispensável no estilo de vida dos estudantes tão rapidamente, e  como muitos deles reconheciam abertamente que se sentiriam perdidos caso ficassem sem o smartphone.

Por volta de 85% dos proprietários de iPhone usam-no como relógio, e 89% o utilizam como despertador. Os dados apontam ainda que 75% admitiram que dormem com o iPhone na cama, e 69% informaram que eram mais propensos a perder a carteira do que o iPhone quando saíam pela manhã.

Quando solicitados para avaliar o nível de dependência do iPhone em uma escala de um a cinco (sendo que o nível cinco significava dependente e o um, nem tanto), 10% dos estudantes admitiram total dependência do dispositivo, 34% se autoavaliaram na escala quatro, e apenas 6% disseram que não eram dependentes.

Dentre aqueles que não se consideravam totalmente dependentes, 32% expressaram preocupação com a possibilidade de se tornarem um dia.

Segundo a pesquisa, 15% classificaram o iPhone como uma maneira de se tornar viciado em mídias; 30% o denominaram como “uma porta para o mundo”; 25% disseram que o iPhone é “perigosamente encantador”; e 41% disseram que perder seu iPhone seria “uma tragédia”.

Especialistas ainda não conseguem entrar em acordo se a dependência tecnológica, seja de internet ou de dispositivos eletrônicos, seja qualificada ou não como uma desordem mental.

Apesar dos resultados interessantes, Tanya Luhrmann, professora antropóloga da universidade, hesita em confirmar a dependência em iPhone como uma doença. “Não acho que seja realmente uma doença. Acho que eles [os entrevistados] realmente gostam dos seus iPhones”, disse ela.

Há, também, aspectos positivos demonstrados nos dados: mas de 70% dos usuários entrevistados disseram que o iPhone os deixou mais organizados, enquanto 54% disseram que o aparelho os deixou mais produtivos.

Fonte: Folha on line

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Rick Astley e o revival na Social Media
Categorias: Midias Sociais, Pesquisa & Inteligência Competitiva
24jul  

Se tem um artista que deve muito a Social Media, esse artista é Rick Astley. Você pode não lembrar de nome, mas certamente
já ouviu a música Never Gonna Give You Up, que lhe rendeu um #1 no concorrido Hot 100 da revista Billboard no ano de 1988.

Em 2008 (ou seja, 20 anos depois), foi feito um viral apelidado como RickRoll: uma notícia era enviada por e-mail e quando a pessoa clicava em “ler mais”, abria
o vídeo-clipe da música. A repercurssão foi tanta que millhares de vídeos surgiram na web desde então, resgatando o cantor que andava afastado da mídia
direto para as maiores execuções do Youtube. Confira alguns dos melhores vídeos:

- Obama aderiu ao RickRoll:

- Bob Esponja não resistiu ao balanço

- Rick Astley meets Nirvana:

E não se esqueçam: NEVER GONNA GIVE YOU UP (8)

by VICTÓRIA

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Jovens & Mídia
Categorias: Midias Sociais, Pesquisa & Inteligência Competitiva
16jul  

Jovens, consumo mídia, Morgan Stanley, Julho 2009.

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Mães e as Redes Sociais
Categorias: Midias Sociais, Pesquisa & Inteligência Competitiva
1jul  

Mudança comportamental do papel das Mães nas redes sociais, e a nova mulher no século XVI.

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Geração E?
Categorias: Pesquisa & Inteligência Competitiva
24jun  

Geração E? Geração Y? Suas principais características: Environment, Energy, Equity, Enterprise. (Meio ambiente, Energia Sustentavel, Eqüidade e Empreendimento).

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